sábado, 17 de novembro de 2007
" des-rimando "
" ... Revestidos por uma estética criada pelo homem, seguimos a trilha, presos nas tradições, vítimas do preconceito por não estarmos inseridos na manada consumista, somos obrigados a estabelecer nosso propósito paralelo, com o cuidado de não esbarrarmos nas ilusões coloridas da estação,que futilizam e adestram a massa, legião de almas burras e pobres, escravos de seu próprio intelecto. ... "
domingo, 28 de outubro de 2007
Labirinto
Estranho é sentir-se assim.
Buscar na liberdade um vazio sem fim.
Ir e voltar, sem sair do lugar.
Amar quando quiser, deixar quando puder.
Estranho é viver assim, sentindo saudades de mim.
Ficar esperando, ou viver procurando.
Seguir a vida, roda viva, beco sem saída.
Buscar na liberdade um vazio sem fim.
Ir e voltar, sem sair do lugar.
Amar quando quiser, deixar quando puder.
Estranho é viver assim, sentindo saudades de mim.
Ficar esperando, ou viver procurando.
Seguir a vida, roda viva, beco sem saída.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
A falta que a saudade faz.
Sinto saudade do que não vivemos,
das conversas que não tivemos.
Sinto falta da tua voz,
do que o futuro reservou pra nós.
Saudade dos abraços que não demos,
de tudo que não fizemos.
Sinto falta dos teus beijos,
de todos os teus desejos.
Saudade do teu sorriso,
da tua falta de juizo.
Sinto falta de nós dois,
de tudo que deixamos pra depois.
Saudade do que ainda vamos viver,
de tudo o que um dia vamos ser.
Sinto saudade,
Sinto falta de você!
das conversas que não tivemos.
Sinto falta da tua voz,
do que o futuro reservou pra nós.
Saudade dos abraços que não demos,
de tudo que não fizemos.
Sinto falta dos teus beijos,
de todos os teus desejos.
Saudade do teu sorriso,
da tua falta de juizo.
Sinto falta de nós dois,
de tudo que deixamos pra depois.
Saudade do que ainda vamos viver,
de tudo o que um dia vamos ser.
Sinto saudade,
Sinto falta de você!
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Nada Sei
Eu não sei,
e é sem saber que eu sigo.
Eu não sinto,
e é sem sentir que eu digo.
"Não quero ser teu homem,
não quero ser teu amigo."
Eu não sei,
e é sem saber que venho.
Eu não sinto,
e é sem sentir que tenho.
"Tenho medo de guardar
esse segredo."
Eu não sei,
não sei o que ouvi,
nem mesmo o que falei.
Eu não sei,
o que vi quando parti,
o que fiz quando voltei.
Eu não sei,
continuo sem saber,
pra onde eu quero ir
e o que quero com você.
e é sem saber que eu sigo.
Eu não sinto,
e é sem sentir que eu digo.
"Não quero ser teu homem,
não quero ser teu amigo."
Eu não sei,
e é sem saber que venho.
Eu não sinto,
e é sem sentir que tenho.
"Tenho medo de guardar
esse segredo."
Eu não sei,
não sei o que ouvi,
nem mesmo o que falei.
Eu não sei,
o que vi quando parti,
o que fiz quando voltei.
Eu não sei,
continuo sem saber,
pra onde eu quero ir
e o que quero com você.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Tudo
Tudo passa,
Tudo vai,
tudo vem.
Tudo é tudo,
tudo é nada também.
Tudo vai,
tudo volta,
tudo se revolta.
Tudo se adapta,
tudo muda,
tudo se molda,
Tudo é exato,
Todo exato é loucura.
e é fato,
que nem pra tudo existe cura.
Tudo vai,
tudo vem.
Tudo é tudo,
tudo é nada também.
Tudo vai,
tudo volta,
tudo se revolta.
Tudo se adapta,
tudo muda,
tudo se molda,
Tudo é exato,
Todo exato é loucura.
e é fato,
que nem pra tudo existe cura.
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Vim por você.
Cheguei aqui,
vim te ver.
Mas me deixei no caminho,
não sou mais quem eu costumava ser.
Vim só por você.
Desta vez eu vim despido,
vim sóbrio, destemido.
Desta vez vim só pra te ter.
Deixei meu porre,
meu Rock.
Deixei minha paz,
minha dor.
Deixei pra traz o meu amor.
Vim de tão longe
que nem percebi.
No caminho pra cá
eu me perdi.
Preciso voltar,
me desculpe.
Vou levar teu perfume.
Vou lembrar do teu ciúme.
Quero me embebedar de você.
Deixe-me ir,
preciso voltar a viver.
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Próxima Parada

foto: Hotel Central
A estrada segue,
lá vem um,
lá vem outro,
e lá vou eu,
que nem um louco.
Fugindo de algo,
ou de alguém,
algumas horas correndo,
outras nem.
Aprecio o por do Sol,
e o nascer também.
No banco do lado
ela me acompanha,
muda, deitada.
Minha garrafa de whisky,
linda, dourada.
Algumas vezes me faz bem,
outras nem.
De repente uma luz,
e tudo se apaga.
Vi Jesus,
uma cruz.
é sinal de que cheguei,
na minha próxima parada.
(Rhulian Marcus)
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